quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Sem o Cristo Divino não há Natal


É véspera de Natal, ainda estou trabalhando, minha mente está no encontro com meus familiares que deve ocorrer logo mais a noite, depois de um percurso de três horas de carro. Penso no jantar, nas pessoas e onde estarão neste momento alguns de meus amigos mais queridos, faço até planos de ligar para eles. Natal é um daqueles momentos familiares, em que nos tornamos um pouco mais solidários e sensíveis.
Por enquanto, aqui no escritório é uma véspera de Natal de muita chuva. O que há em comum com o nascimento de Jesus há mais de dois mil anos?
Maria, uma pobre camponesa judia vivia um momento extremamente delicado, com uma gravidez suspeita e um noivo desconfiado. José, um viúvo que assume uma noiva grávida sabe lá de quem, enfrentando o preconceito de toda comunidade altamente conservadora do 1º século. Belém, uma cidade superlotada para o evento político mais importante do ano, o recenseamento. Os pastores, pessoas comuns levando uma vida difícil e uma fé inocente que aguardava a vinda do Messias.
O Natal de hoje é como o de dois mil anos atrás, com casais incomuns, filhos que nascem com estigmas de preconceito, cidades superlotas de consumidores, trabalhadores comuns e operários que esperam a volta do Messias.
O Natal de José, Maria e Jesus, seria uma história qualquer de hoje em dia, se não fosse um detalhe, a Divindade de Jesus! Dizem que muitos já não crêem na virgindade de Maria, na Divindade do bebê Jesus e outros aspectos milagrosos da história. Porém, sem a Divindade de Jesus não há Natal, não haveria significado na esperança e gentileza que manifestamos nesta data.
Que diferença faz um bebê nascer em pobreza? Muitos nascem assim hoje, mas aquele era o Filho de Deus. Que diferença faz uma jovem noiva grávida? Há tantas hoje em dia, mas aquela concebeu virginalmente um ente gerado pelo Espírito Santo. Que diferença faz uma cidade alvoroçada como Belém daquela data? As nossas são muito mais agitadas, mas aquele recebia o Salvador da Terra.
A história é essa, a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo), Ele dividiu a história, Ele é o Cristo, o Messias, a própria Esperança personificada. Ele é o Natal!
Por Pr. Ericson Danese

sábado, 13 de dezembro de 2008

Um mundo de trevas nos filmes de sucesso


Chegou mais um filme sucesso de bilheteria que tem arrecadado milhões de dólares. Trata-se de Bataman ‘O Cavaleiro das Trevas’. O título aponta para uma fase sombria ao estilo anti herói transportada dos quadrinhos para as telas do famoso homem morcego, o vigilante que procura a vingança da morte de seus pais através da luta (literal) contra o crime na caótica e fictícia Gotan City.
Cavaleiro das Trevas é o título do próprio Batman. Por que alguém que luta pela justiça não luta com a alcunha de Cavaleiro da Luz? Em Batman, as trevas não vencem a luz, na verdade as trevas combatem as trevas. O Batman é uma projeção de todos que sonham em pagar o mal com o mal, em usar o velho método de pagar na mesma moeda. Batman é o desabafo violento em forma de ficção de gente oprimida que não tem quem as defenda.
Tudo isso leva as pessoas admirarem um personagem vestindo mascara e capa. No entanto pensemos: Batman iria a uma igreja? Batman estudaria a Bíblia, acreditaria na justiça de Deus? Seria ele um cristão? O filme mostra um homem que luta pelo bem, ou um homem que amargurado com sua perda luta por vingança? Está Batman preocupado com as pessoas inocentes, ou dedicado em capturar bandidos que lembram o assassino de seus pais?
Cavaleiro das Trevas é de um visual sinistro, no qual o personagem Coringa muda de um palhaço maluco e criminoso dos desenhos e primeiros quadrinhos, para um ser maligno sem limites de perversidade. Coringa tem um olhar de frieza e prazer pela violência, interpretado prodigiosamente pelo ator Heath Ledger, aquele que fez o papel do filho do Patriota de Mel Gibson, o mesmo que mais tarde interpretou um caubói gay em “O segredo de Brokeback Mountain” (foi indicado ao Oscar) e interprete de “Irmãos Grimm” (história dos irmãos escritores de contos de fada, contada como estória que promove a bruxaria e espiritismo).
O filme estreiou sem sua maior revelação Ledger (O Coringa), já que este foi achado misteriosamente morto aos 28 anos, com frascos de remédio para dormir. Ledger descreveu que não conseguia dormir durante as filmagens. Por que será?
“Na mesma entrevista, o ator descreve o personagem Coringa como um "palhaço psicopata, assassino em massa e esquizofrênico, com zero de empatia". Para interpretar o arquiinimigo de Batman, Ledger chegou a criar uma espécie de Diário do Coringa. Entre as informações que teriam sido compiladas durante os quatro meses que precederam as filmagens, estavam "uma lista de coisas que Coringa acharia divertidas", entre elas a Aids.” [1]
Heath Ledger foi ovacionado pela crítica que julgou que o ator tornou Coringa o vilão, mais atraente do que Batman o herói. Vivemos num mundo curioso, em que admiramos e respeitamos o mal, mesmo um vilão descrito pelos próprios produtores como sem empatia, sombrio e imprevisível . Notei que o sub título do filme diz muito, “Bem vindo a um mundo sem regras”. Vimos o que o “mundo do Coringa e do Cavaleiro das Trevas” fez em Ledger, mas a pergunta é: O que este ‘mundo’ fará na mente de milhares de crianças e adolescentes que irão assistir o filme, comprar os produtos e brincar disso depois?
[1] http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL270397-7086,00-CORINGA+TIROU+SONO+DE+LEDGER+DISSE+ATOR+AO+NYT.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tartaruga Made in China


Fico impressionado como a mídia Evolucionista propaga idéias incertas e hipotéticas com afirmações definitivas. A última dessas é tentativa de explicar a evolução das tartarugas, répteis que aparentemente estão inalteráveis desde o tempo dos dinossauros, sem nenhum ancestral aparente, surgindo prontinhas como são no registro fóssil. As tartarugas sempre foram uma pedra, ou melhor um casco no sapato dos darwinistas. Os evolucionistas se ‘apertam’ para explicar por meio de fósseis como se originou o complexo esqueleto deste réptil tão diferente dos demais. Agora saíram com esta, a tartaruga ‘made in China’, cito abaixo a notícia do http://noticias.terra.com.br/ciencia e acrescento meus comentários entre parênteses.

Com base no registro fóssil, seria possível imaginar que as tartarugas chegaram ao mundo com suas carapaças intactas. A espécie mais antiga conhecida, um fóssil de 210 milhões de anos, localizado na Alemanha, apresentam a cobertura inferior e a superior desta forma. (Seria possível imaginar ou possível provar?)
No entanto, as tartarugas com carapaças integrais não surgiram por acaso. Elas evoluíram (sic), e uma nova descoberta de fóssil talvez indique o caminho dessa evolução. (note como se afirma determinadamente que elas ‘evoluíram’ apesar do registro fóssil não demonstrar o mesmo, a seguir, o texto usará as expressões ‘provavelmente’ e ‘sugere’. O texto está escrito de forma a causar um impacto inicial para estabelecer um conceito que se pretende ser inquestionável, depois simplesmente ignora os fatos não comprovados).
Chun Li, da Academia Chinesa de Ciências, informa em relatório publicado pela revista Nature que ele e colegas descobriram uma nova espécie de tartaruga antiga, com base em fósseis descobertos na província de Guizhou, sudoeste da China. (A China é famosa por fósseis falsos, como o caso do Archeoraptor, forjado para representar o intermediário entre dinossauros e aves, capa da revista National Geografic e um tempo depois desmascarado como fraude).
A espécie, classificada como Odontochelys semistestacea, viveu cerca de 200 milhões de anos atrás e era provavelmente aquática.
Os pesquisadores reportam que seu trabalho sugere que a carapaça evoluiu de modificações no esqueleto das tartarugas, e não de fusão de placas de blindagem óssea presentes na pele, como as dos modernos crocodilos. (não tem nada de mais no fóssil, nada que comprove a evolução, é apenas uma tartaruga com formato de casco diferente, aliás existem muitos tipos ainda hoje) O fóssil encontrado apresenta couraça inferior completa mas apenas meia carapaça superior, o que provavelmente representa um estado evolutivo intermediário.

Minhas considerações a notícia da Tartaruga Made in China:
1. A nova teoria acaba com a idéia defendida religiosamente pelos Darwinistas de que as tartarugas evoluíram dos placodontes (répteis aquáticos, encontrados no registro fóssil). Sendo assim, a nova descoberta está mais perto do criacionismo, pois na verdade afirma que as tartarugas vieram das tartarugas! (Desculpem-me se pareci redundante e óbvio). Uma vez que criacionistas não crêem que as espécies são fixas desde a criação e que elas podem sofrer pequenas alterações adaptativas ou degenerativas, não temos nenhuma dificuldade em conceber tartarugas de diferentes formas de casco ou forma.
2. Falta muito, Muito, MUITO para explicar como lagartos se transformaram nos grandes fósseis quelônios do passado, muito pouco diferentes dos atuais, exceto em alguns casos pelo tamanho gigante do passado.
3. Uma anomalia da natureza, um ser com problemas ou má formação tem pouca chance de ser chamado de evoluído ou mesmo de se reproduzir, mas tem chance de se tornar um fóssil. Seria esta suposta nova espécie de tartaruga uma criatura comum e abundante do passado longínquo? Ou seria apenas um caso isolado? Seres e até tartarugas com má formação, são comuns hoje em dia. Se uma criatura com defeitos de formação física como ‘tartarugas de duas cabeças’ fosse fossilizada e desenterrássemos muito tempo depois sem conhecer sua história, nós a consideraríamos um fóssil em processo de evolução? É claro que não!
4. Observe a diversidade do poder Criador, não diferente do passado, temos hoje tartarugas de vários tipos, para vários habitats diferentes, que se maldosamente postas lado a lado, poderiam sugerir uma linha evolutiva que simplesmente não existe. Nós temos tartarugas carnívoras e outras vegetarianas, algumas são fortes e rápidas como ‘tartaruga-aligator’, outras são pacatas como os jabutis.
Algumas passam a vida toda na terra e tem patas robustas para isso, outras têm nadadeiras para passar a vida toda no mar.
Há tartarugas com bicos poderosos e outras com um nariz em forma de snorkel. Algumas têm casco delgado, pescoço e rabo comprido como um lagarto, outras são cascudas e arredondadas com calda curta e ainda há outras que têm casco mole.
Afirmar que isso é evolução, seria como dizer que um lobo evoluiu para um cachorro pequinês, sendo que na verdade sabe-se que os dois são a mesma espécie (caninos). Como criacionista aceitamos que o potencial genético de uma criatura a permite variar de formas impressionantes dentro de um tipo básico de ser vivo.
5. Tartarugas, mesmo as mais antigas são criaturas complexas que demonstram sabedoria em seu projeto, é o caso de tartarugas marinhas que conseguem sem nunca ter visto o mar, encontrar sua rota migratória nos oceanos. Acredita-se que elas usam um sentido que as orienta pelo campo magnético da Terra. Pergunto-me como isto funciona no interior da tartaruga, em nível celular ou até molecular? Poderia mutações aleatórias produzir tantos modelos bem sucedidos de tartarugas? O improvável ocorreu centenas e milhares de vezes?
Moral da história: Tartaruga sempre foi e sempre vai ser, tartaruga! Continuemos tendo uma paciência de tartaruga com o Evolucionismo Dogmático.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Respostas sobre a calamidade em SC


Por que Deus permitiu tamanha catástrofe sobre o povo Catarinense? Por que famílias foram desfeitas? Estaria o povo sendo vítimas de um juízo de Deus ou é esta mais uma demonstração da maldade de Satanás? Seriam os dois ou nenhum, meramente conseqüências naturais?
Estamos acompanhando na TV e jornais a grande calamidade em SC, uma inundação sem precedentes, uma onda de tristeza que nos sensibiliza e nos leva a concluir que já nenhum lugar é plenamente seguro neste planeta em deformação.
Um terremoto teria durado alguns segundos e terminado, um vendaval teria durado alguns minutos e parado, mas as fortes chuvas e a ameaça de desabamentos, a lama e as possíveis doenças provenientes da contaminação da água são uma ameaça constante.
Como muitos, eu acompanhei alguns casos na TV e na internet. Vi casos de crianças traumatizadas pela fuga dramática das águas e lama, também vi o desespero e frustração de famílias que perderam tudo aquilo que lutaram por uma vida inteira. Pergunto-me como será o futuro dessa gente; Emprego? Abalo financeiro local? Para onde irão?
Vi um senhor dar seu depoimento sentado num abrigo, havia perdido a casa e família numa só vez. O que lhe resta? Por que só ele sobreviveu? Qual o propósito nisto? O que Deus tem a dizer a respeito? Perguntaram-me esta semana onde estava Deus nestes momentos, me perguntaram por que Ele permitiu que crianças morressem? Existe uma resposta para isso tudo?
Abraão o amigo de Deus, que o conhecia e viu Deus estender seus juízos sobre as cidades de Sodoma e Gomorra afirmou que um Deus justo e amoroso, não agiria de maneira cruel e insana: “Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio, de modo que o justo seja como o ímpio; esteja isto longe de ti. Não fará justiça o juiz de toda a terra?” Gn.18:25.
O desastre de pessoas que perderam filhos, bens e casa tudo no mesmo dia, me lembra mais o drama de Jó, fiel a Deus mas afligido por Satanás. As perguntas que nos fazemos hoje, são as mesmas de Jó; “por que o Senhor permitiu isso? Onde está agora o Senhor?
Que resposta a igreja e os cristãos poderia dar a todo este sofrimento?
A pior coisa que os consoladores de Jó (seus 3 amigos) fizeram foi tentar responder alguma coisa, curiosamente eles não oferecem nada prático para Jó. Nenhum o leva para casa e cuida de suas feridas, nenhum lhe dá alimento, eles apenas tagarelam e tentam defender a Deus e insistem que Jó arrependa-se de alguma coisa. No final, Deus aparece e diz que eles não falaram o que era certo como o fiel servo Jó, e Deus levanta resgatadores para Jó que lhe recuperam os bens, finalmente mais tarde quando sua saúde também está restaurada ele tem filhas, talvez como um lembrete da ressurreição que um dia devolverá a todos, os amados que perdemos para morte.
A igreja esta respondendo, não com palavras ou teologia barata, não com explicações cientificas ou filosóficas, estamos respondendo com toneladas de alimentos, água, roupas e móveis que saem de todas as nossas igrejas e escolas para socorrer aqueles que vivem o drama de Jó. Onde está Deus? Na igreja! Somos seu corpo na Terra, braços e pernas de centenas de voluntários. Ontem enquanto via os desabrigados e a lama no noticiário da TV, vi uma senhora com um jaleco verde da ADRA (Agencia de Desenvolvimentos e Recursos Adventista) cruzando a lama. Lá está Deus, em sua igreja o Corpo de Cristo.
Li sobre uma mãe que recuperou com vida o filho de 2 anos que estava perdido, ela disse: "Não dá para explicar o que é ter um filho de volta". Em mais de 100 mortes e tanta tragédia, esta frase é quase como o fim do livro de Jó, não recupera o passado e o perdido, mas prenuncia o tempo em que muitos sentirão o mesmo que esta mãe no dia da ressurreição por ocasião da volta de Jesus.
Por Pr. Ericson Danese