sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tartaruga Made in China


Fico impressionado como a mídia Evolucionista propaga idéias incertas e hipotéticas com afirmações definitivas. A última dessas é tentativa de explicar a evolução das tartarugas, répteis que aparentemente estão inalteráveis desde o tempo dos dinossauros, sem nenhum ancestral aparente, surgindo prontinhas como são no registro fóssil. As tartarugas sempre foram uma pedra, ou melhor um casco no sapato dos darwinistas. Os evolucionistas se ‘apertam’ para explicar por meio de fósseis como se originou o complexo esqueleto deste réptil tão diferente dos demais. Agora saíram com esta, a tartaruga ‘made in China’, cito abaixo a notícia do http://noticias.terra.com.br/ciencia e acrescento meus comentários entre parênteses.

Com base no registro fóssil, seria possível imaginar que as tartarugas chegaram ao mundo com suas carapaças intactas. A espécie mais antiga conhecida, um fóssil de 210 milhões de anos, localizado na Alemanha, apresentam a cobertura inferior e a superior desta forma. (Seria possível imaginar ou possível provar?)
No entanto, as tartarugas com carapaças integrais não surgiram por acaso. Elas evoluíram (sic), e uma nova descoberta de fóssil talvez indique o caminho dessa evolução. (note como se afirma determinadamente que elas ‘evoluíram’ apesar do registro fóssil não demonstrar o mesmo, a seguir, o texto usará as expressões ‘provavelmente’ e ‘sugere’. O texto está escrito de forma a causar um impacto inicial para estabelecer um conceito que se pretende ser inquestionável, depois simplesmente ignora os fatos não comprovados).
Chun Li, da Academia Chinesa de Ciências, informa em relatório publicado pela revista Nature que ele e colegas descobriram uma nova espécie de tartaruga antiga, com base em fósseis descobertos na província de Guizhou, sudoeste da China. (A China é famosa por fósseis falsos, como o caso do Archeoraptor, forjado para representar o intermediário entre dinossauros e aves, capa da revista National Geografic e um tempo depois desmascarado como fraude).
A espécie, classificada como Odontochelys semistestacea, viveu cerca de 200 milhões de anos atrás e era provavelmente aquática.
Os pesquisadores reportam que seu trabalho sugere que a carapaça evoluiu de modificações no esqueleto das tartarugas, e não de fusão de placas de blindagem óssea presentes na pele, como as dos modernos crocodilos. (não tem nada de mais no fóssil, nada que comprove a evolução, é apenas uma tartaruga com formato de casco diferente, aliás existem muitos tipos ainda hoje) O fóssil encontrado apresenta couraça inferior completa mas apenas meia carapaça superior, o que provavelmente representa um estado evolutivo intermediário.

Minhas considerações a notícia da Tartaruga Made in China:
1. A nova teoria acaba com a idéia defendida religiosamente pelos Darwinistas de que as tartarugas evoluíram dos placodontes (répteis aquáticos, encontrados no registro fóssil). Sendo assim, a nova descoberta está mais perto do criacionismo, pois na verdade afirma que as tartarugas vieram das tartarugas! (Desculpem-me se pareci redundante e óbvio). Uma vez que criacionistas não crêem que as espécies são fixas desde a criação e que elas podem sofrer pequenas alterações adaptativas ou degenerativas, não temos nenhuma dificuldade em conceber tartarugas de diferentes formas de casco ou forma.
2. Falta muito, Muito, MUITO para explicar como lagartos se transformaram nos grandes fósseis quelônios do passado, muito pouco diferentes dos atuais, exceto em alguns casos pelo tamanho gigante do passado.
3. Uma anomalia da natureza, um ser com problemas ou má formação tem pouca chance de ser chamado de evoluído ou mesmo de se reproduzir, mas tem chance de se tornar um fóssil. Seria esta suposta nova espécie de tartaruga uma criatura comum e abundante do passado longínquo? Ou seria apenas um caso isolado? Seres e até tartarugas com má formação, são comuns hoje em dia. Se uma criatura com defeitos de formação física como ‘tartarugas de duas cabeças’ fosse fossilizada e desenterrássemos muito tempo depois sem conhecer sua história, nós a consideraríamos um fóssil em processo de evolução? É claro que não!
4. Observe a diversidade do poder Criador, não diferente do passado, temos hoje tartarugas de vários tipos, para vários habitats diferentes, que se maldosamente postas lado a lado, poderiam sugerir uma linha evolutiva que simplesmente não existe. Nós temos tartarugas carnívoras e outras vegetarianas, algumas são fortes e rápidas como ‘tartaruga-aligator’, outras são pacatas como os jabutis.
Algumas passam a vida toda na terra e tem patas robustas para isso, outras têm nadadeiras para passar a vida toda no mar.
Há tartarugas com bicos poderosos e outras com um nariz em forma de snorkel. Algumas têm casco delgado, pescoço e rabo comprido como um lagarto, outras são cascudas e arredondadas com calda curta e ainda há outras que têm casco mole.
Afirmar que isso é evolução, seria como dizer que um lobo evoluiu para um cachorro pequinês, sendo que na verdade sabe-se que os dois são a mesma espécie (caninos). Como criacionista aceitamos que o potencial genético de uma criatura a permite variar de formas impressionantes dentro de um tipo básico de ser vivo.
5. Tartarugas, mesmo as mais antigas são criaturas complexas que demonstram sabedoria em seu projeto, é o caso de tartarugas marinhas que conseguem sem nunca ter visto o mar, encontrar sua rota migratória nos oceanos. Acredita-se que elas usam um sentido que as orienta pelo campo magnético da Terra. Pergunto-me como isto funciona no interior da tartaruga, em nível celular ou até molecular? Poderia mutações aleatórias produzir tantos modelos bem sucedidos de tartarugas? O improvável ocorreu centenas e milhares de vezes?
Moral da história: Tartaruga sempre foi e sempre vai ser, tartaruga! Continuemos tendo uma paciência de tartaruga com o Evolucionismo Dogmático.

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