domingo, 29 de julho de 2012

Juízo sobre os dragões do ar e do mar

Obs: Para compreender melhor esta postagem, leia a postagem Dinossauros, uma proposta criacionista em http://ericsondanese.blogspot.com.br/2010/05/uma-proposta-biblico-criacionista-para.html

Mary Anning (1799-1847) era uma menina de 12 anos quando passeando pela praia descobriu fósseis na encosta de um rochedo no litoral sul da Inglaterra. Ela e seu irmão escavaram e venderam por 23 libras o que pensaram ser um crocodilo. Mas na verdade, ela havia descoberto e vendido o primeiro exemplar de um ictiossauro, um antigo réptil totalmente marinho que na forma corporal lembrava um golfinho ou tubarão. Ainda hoje, o Museu de História Natural de Londres exibe entre suas coleções outras criaturas encontradas por Mary, entre elas um plesiossauro e um dos primeiros pterodáctilos conhecidos.
Talvez tenham sido os fósseis destes antigos répteis do ar e do mar que inspiraram o folclore medieval a respeito dos dragões. Será que alguma dessas criaturas sobreviveu à grande catástrofe pré histórica que a Bíblia chama de Dilúvio e foi avistada pelos povos da antiguidade? Teria a lenda um fundo de verdade? Será que os mitos e lendas de dragões remetem a uma memória ancestral de testemunhas oculares destas criaturas semelhantes a dragões?
Não há provas com relação a esta teoria, mas devemos lembrar que simplesmente não há nenhum fóssil deles ou dos dinossauros além do limite KT no registro geológico, o que indica que sua extinção foi sumária e não gradual. Uma vez que eles respiravam ar, mesmo os répteis marinhos teriam que ser avistados em algum momento e capturados, mas isto nunca ocorreu de forma documentada.
No entanto conhecer como viveram e morreram estes seres tremendos é um grande auxílio para compreender melhor o que aconteceu no mundo do passado. No tempo anterior ao Dilúvio, cortando ou rodeando as terras dos ‘Vales Mezosóicos’[1] habitadas por dinossauros estavam mares internos e grandes canais onde prosperavam répteis marinhos que eram o equivalente aquático dos dinossauros. Entretanto, podemos descobrir muito sobre os efeitos do Dilúvio e como esta catástrofe ocorreu apenas estudando a vida e extinção destes ‘dragões do ar e do mar’. A seguir, conheça mais sobre os répteis do ar e do mar:


Naquele tempo, nos litorais um lento gigante vinha depositar seus ovos, era o archelon, a maior tartaruga que o mundo já conheceu com 4,6m. Elas deixavam seus ovos e voltavam ao mar, assim como as tartarugas marinhas que conhecemos hoje.
Os filhotes destas tartarugas tinham vida difícil assim como as de hoje, ao saírem da toca tinham que desviar de dinossauros e répteis alados que patrulhavam os litorais e depois de livrar-se de criaturas como o réptil metriorhynchus (3m) de corpo semelhante ao crocodilo e rabo de ictiossauro ou as aves náuticas com dentes como o hesperornis e o ictiornis, emplumados feitos para conviver entre répteis e disputar sua parte na caça e pesca.
Caso sobrevivessem, as tartaruguinhas ainda tinham inúmeros adversários mesmo depois de adultas. Eram os grandes répteis marinhos conhecidos como mosassauros(8-9m), que patrulhavam as profundezas capturando qualquer coisa que conseguissem engolir com seus dinâmicos dentes em forma de serra feitos para capturar e engolir peixes. Havia também, muitas variedades tal como platecarpus (4,3m) de cauda mais longa ou o kronossauro (11m) de cauda curta. Estas diferenças e características devem indicar a especialização de cada animal, tal como perseguições em velocidade por longas distâncias ou manobras rápidas. Também havia os mega predadores como o liopleurodon com 25m e 150 toneladas e os plesiossauros estes répteis tinham quatro grandes nadadeiras, um corpo musculoso e um longo pescoço, ao todo o animal podia chegar a 15m.
Estes mares reptilianos eram o lar dos Ictiossauros, com uma média 3-5m, sendo que algumas variedades como o shonissauro, chegavam a 15m de comprimento e 40 toneladas. O oftalmossauro, com poucos dentes e olhos grandes protegidos por um complexo disco de ossos que defendia seus olhos da pressão das profundidades era um especialista em apanhar seres das profundidades maiores e águas mais escuras.
A crença na datação de milhões de anos para a idade destes animais tem sido desafiada fora dos muros de ferro do evolucionismo dogmático.
Um fóssil do crânio de Ictiossauro achado em 1999, curiosamente atravessava camadas de sedimento que de uma ponta a outra que transcorreria 1 milhão de anos do registro geológico[2]. Notável, era o fato que o crânio estava na vertical, tal como se o Ictiossauro tivesse sido fincado no estrato rochoso. Não podemos supor que este animal estivesse a cavar e tenha ficado preso, porque a rocha era dura demais, ou tivesse deliberadamente se suicidado como um kamikase investindo contra o solo oceânico. Parece mais próprio deduzir que tremendas inundações com um grosso turbilhão de detritos, arrastou o corpo desse animal e encobriu por diferentes ondas de lama e destroços.
Como é possível ter ocorrido à evolução dos Ictiossauros? Além das óbvias dificuldades em transformar um corpo terrestre em um corpo 100% aquático, temos a questão reprodutiva. Os répteis marinhos como crocodilos, tartarugas e serpentes marinhas voltam a terra, pois seus ovos não resistem debaixo d’água. Em supostos milhões de anos, desde o tempo dos Ictiossauros até os dias de hoje, crocodilos de água salgada continuam voltando a terra como sempre fizeram e não houve nenhuma mudança morfológica ou reprodutiva. Simplesmente não evoluíram!
 No caso da serpente marinha, embora existam algumas cobras que sejam vivíparas, a serpente marinha que passa 99,9% de sua vida no mar continua sendo ovípara e deve voltar a terra para colocar seus ovos. Por que não evoluíram para formas vivíparas? Por que o Ictiossauro conseguiria fazer esta complexa transição se nenhum outro réptil marinho como iguanas, tartarugas ou serpentes o fizeram?
Sabemos que os Ictiossauros eram vivíparos porque seus fósseis foram encontrados com filhotes dentro do corpo da fêmea. Aliás, encontramos muito mais do que isso. Um dos fósseis mais famosos de Ictiossauro mostra o momento em que o filhote está saindo da mãe. Ele foi fossilizado exatamente com a cabeça ainda dentro e o rabo do lado de fora do corpo da mãe[3]. Mais uma prova de que estes animais foram surpreendidos por uma catástrofe gigantesca que os soterrou inesperadamente.
O design inteligente deste animal é maravilhoso! Isto tinha que estar certo na primeira vez ou o filhote se afogaria, não é possível uma adaptação lenta e progressiva. Os filhotes não aprendem como sair, eles simplesmente têm que estar programados para saberem como sair e imediatamente respirar. Mas deixando de lado o design inteligente, vamos a mais algumas perguntas para finalizar nossa investigação.
Como eles morreram ao mesmo tempo? Não há complicações no parto entre os répteis. Teriam mãe e filhote morrido ao mesmo tempo e o filhote ficado por completar o parto? Por que seus restos foram delicadamente preservados, mesmo sendo um animal tão grande? É óbvio que o cadáver não foi tocado por predadores, nem por necrófagos, pois mesmo os ictiossauros dentro do ventre foram preservados. Isto não seria comum para um cadáver de réptil deste tamanho, seria quase impossível a menos que tivessem sido enterrados vivos no exato momento do parto, por uma inundação avassaladora de detritos, por um tsunami de entulhos.
Alguns têm uma ideia muito superficial a respeito do Dilúvio, pensando que se tratou apenas de chuva, mas a Bíblia descreve a chuva porém dá ênfase de que nesta catástrofe de duração de aproximadamente um ano, ocorreu também o rompimento das fontes do abismo, o que nos permite muitas interpretações.
Imagine um tsunami continental invadindo um mar interno repleto de répteis marinhos, em seguida arrastando os litorais e avançando pelo interior sepultando em lama e detritos tudo o que havia pela frente. Neste cenário, muitos seres marinhos e continentais são mortos instantaneamente e seus corpos são juncados e misturados. Algo parecido foi visto no tsunami da Ásia de 2004, quando corpos foram amontoados as centenas.
Em 2006, cientistas Noruegueses descobriram no Ártico os fósseis de um gigantesco réptil marinho conhecido como pliossauro, um predador de 15m de comprimento fossilizado com outros 40 répteis[4]. Como é que uma criatura tão grande consegue ser completamente soterrada por escombros antes que o cadáver apodreça e os ossos sejam esparramados por carniceiros ou se desintegrem ao natural? Como é que um animal tão grande é enterrado junto com outros tantos animais? O que cerca de 40 répteis estavam fazendo juntos quando morreram de forma súbita ao lado de um gigante predador? Seria possível morrer um a um dos 40 e lentamente se depositarem no mesmo lugar antes de apodrecer ou serem devorados por vermes e animais marinhos?
Quanto mais escavamos a verdade, mais descobrimos evidência de um Dilúvio catastrófico. Se uma onda de soterramento tivesse invadido e soterrado o mundo dos dinossauros, por certo os grandes animais aquáticos seriam os primeiros a perecerem. De fato, Ictiossauros foram achados com restos de 10 outros fósseis, incluindo plesiossauros[5], sabe-se que os Ictiossauros eram totalmente aquáticos e foram extintos misteriosamente um pouco antes da extinção dos dinossauros[6].
Os mossauros foram prósperos em todos os litorais, com formas muito variadas, mas foram extintos subitamente no final do cretáceo [7], o mesmo ocorreu com os plesiossauros os quais sumiram na extinção KT[8], o limite geológico para os fósseis de dinossauros.
Acredita-se que o limite KT foi causado por um grande meteoro que deixou uma cratera no golfo do México e espalhou o raro metal irídio pela região, mas analisando as consequências do impacto e descrevendo os efeitos, a descrição de cientistas céticos se assemelha em muito a descrição criacionista de um Dilúvio Bíblico capaz de sepultar grandes animais marinhos, terrestres e voadores.


Segundo Sean Gullick, um dos cientistas do grupo de mais de 40 cientistas de todo mundo que revisaram a extinção dos dinossauros e a teoria do impacto na cratera de chicxulub no golfo do México e publicaram os estudos na revista Science "O impacto causou um tsunami muitas vezes maior do que a onda que se formou no Oceano Índico e atingiu a Indonésia em dezembro de 2004", afirmou o geólogo marinho Tim Bralower, da Universidade de Penn, que participou do estudo. Essas ondas causaram uma destruição massiva no fundo do mar[9]


Esta destruição massiva no fundo do mar acabou com os grandes répteis marinhos e posteriormente alcançou a vida continental, não só matando, mas produzindo mudanças tão grandes no eco sistema que jamais permitiria novamente o mesmo estilo de vida para os animais que sobreviveram. Alguns explicam que eles perderam a competição pela sobrevivência para os tubarões, porém isto não convence uma vez que os tubarões no registro do geológico já estavam presentes antes dos ictiossauros chegarem, e por tanto, nem permitiriam que estes animais chegassem a proliferar.
Nos céus, os pterossauros sobrevoavam os mares e praias, empoleirados nas encostas e escarpas, seres diferentes dos répteis que conhecemos ou dos dinossauros com os quais coexistiam no mesmo habitat. O Anhanguera exibia ossos ocos, como as aves, o que possibilitava este gigante de 13m migrar por vários lugares e usar as correntes de ar para planar. Mas para quem pense que os pterossauros eram primitivos, bastou achar um pequeno espécime do tamanho de um pássaro que exibia em seu fóssil marcas e características que proporcionaram aos cientistas descobrirem o detalhe do revestimento de suas asas.


Uma pesquisa ... sugere que camadas especializadas de fibras nas asas dos bichos permitiam ajustes sutis dos movimentos deles no ar --uma espécie de "voo inteligente" em pleno período Cretáceo ... Comprimindo ou distendendo as fibras entre si, o bicho poderia, por exemplo, modificar ativamente a resistência de sua membrana ao ar, tornando-a mais ou menos rígida.”[10]


Voo inteligente? Inteligente? Inteligência requer um projeto inteligente, mas nem me darei ao trabalho de comentar, pois os próprios evolucionistas se traem constantemente por suas próprias palavras que glorificam o Criador que eles mesmos negam.
Suas cabeças e bicos eram incrivelmente diferentes, dando aerodinâmica, habilidades alimentares diferentes e até comunicação visual.
O tupuxuara e o thalassodromeus tinham pequenas marcas de vasos sanguíneos na crista, que talvez fosse usada para regulação térmica ou comunicação visual. Os bicos eram tão diferentes e exóticos que podiam lembrar o de aves tropicais, de fato, os Tapejaras deviam ser coletores de frutos e castanhas, pois seus bico e cristas têm sido associados às mesmas funções térmicas e alimentares que os tucanos[11].
Outros parecem ter tido a crista como um fator de equilíbrio para o longo bico como o pteranodon, já o nyctossauro de crista mais curta que aparentemente a usava como diferenciação sexual e ainda outros tinham longas caudas como o ramphorhynchus e peteinossauro. Havia até um com bico de filtro cheio de dentinhos, o pterodaustro e ctenochasma, que talvez atuassem semelhante aos flamingos.
A maioria parece ter gostado muito de peixes, assim era o tropeognathus de 6m de envergadura que planava sobre as águas e fendia as ondas com seu bico especialmente desenhado com uma quilha na ponta e longos dentes pontudos. Outro semelhante era o gigante quetzalcoatlus de 13m de envergadura, o gnathossauro um tipo de colhereiro dos ptorossauros e o estranho germanodactylus que aparentemente vivia pendurado em árvores emboscando peixes nos rios abaixo dos galhos.
Alguns deles como dsungaripterus tinham um bico tão estranho que dificilmente teremos certeza a respeito de sua utilidade que talvez fosse para comer moluscos e crustáceos. Provavelmente muitos deles, incluindo os pterodáctylus se comportassem em bandos tal como os morcegos e aves. Mas foi um pterodactylus conhecido como sordes que despertou os pesquisadores para uma característica muito incomum nestes répteis alados. Um tipo de cobertura que não eram nem pelagem como os mamíferos, nem escamas como os répteis e nem penas como aves, mas uma espécie de fibra que os revestia.
Com tantas descobertas paleontológicas em séculos de escavações não se conhece nenhuma forma transicional que demonstre a lenta e gradual evolução de répteis terrestres para pterossauros. Isso é escandaloso, ao pensar de que eles são animais tão distintos e especializados que necessitariam de centenas de espécies intermediárias que comprovassem a gradual evolução para o voo, atividade muito complexa!
O fato é que pterossauros, Ictiossauros e muitos outros animais pré-históricos não apresentam ancestrais evolutivos e desaparecem de forma súbita, pouco antes ou juntamente com os dinossauros. No entanto, outros animais como tartarugas, crocodilos e dragões de komodo sobreviveram e prosperam até hoje. Com é possível?
Em ciência, na dúvida, a explicação mais simples é provavelmente a verdadeira. Isto não é apelar ao Deus das lacunas, mas é ser coerente com a leitura do registro fóssil. Deus os criou e Deus entendeu que o mundo estava se convertendo numa ameaça ao homem que deveria povoar a Terra. Deus os criou e Deus entendeu que eles não se adaptariam no mundo pós catástrofe do dilúvio.
Assim como chegou o dia da grande catástrofe para os dinossauros, também chegou para os ‘dragões do céu e do mar’. A catástrofe que pelos indícios interagiu vulcanismo fissurais, tsunamis, meteoros atingindo a terra e rompendo as fontes de água subterrâneas e causando violentos tsunamis, desmoronamentos e inundações, acrescida por violentas chuvas e tempestades, provocou deslizamento e inundação progressiva dos continentes de então, com o soterramento de habitats inteiros.
Os grandes répteis marinhos ocupavam o nicho ecológico de golfinhos, orcas e cachalotes (comiam quase o mesmo cardápio), depois que o planeta fosse reorganizado e os novos oceanos e mares surgissem não haveria mais lugar para eles. Muitos dos seus alimentos como os amonites, também não estariam mais lá. Uma vez que toda uma cadeia alimentar foi destruída, também a nível terrestre, também não havia mais lugar para pterossauros competirem com morcegos e aves. Mas curiosamente, seus vizinhos, as tartarugas, komodos e crocodilos que podiam deixar o mar, não enfrentaram mais concorrentes no mundo pós Dilúvio e sobreviveram ao juízo final dos ‘dragões’.


por Pr. Ericson Danese

[1] Ver o artigo ‘Dinossauros: Uma proposta Criacionista’, deste mesmo autor.
[2] http://creation.com/kamikaze-ichthyosaur
[3]http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1615&IdCanal=7&IdSubCanal=47&IdNoticia=137300&IdTipoNoticia=1
[4] http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u376389.shtml
[5] http://noticias.uol.com.br/ultnot/bichos/ultnot/reuters/ult297u263.jhtm
[6] http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/os-repteis-marinhos-do-passado/
[7] http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/os-lagartos-marinhos-do-passado/
[8] http://galileu.globo.com/edic/95/conhecimento2.htm
[9] Meteoro extinguiu mesmo dinossauros, diz maior estudo sobre o tema 04 de março de 2010 | 19h 36
[10] http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u605803.shtml
[11] http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090724/not_imp407527,0.php

6 comentários:

Dirceu Morais disse...

Muito bom seu blog, estou seguindo, e vendo aos poucos o seu trabalho, abraços.

António Jesus Batalha disse...

Olá , passei pela net encontrei o seu blog e o achei muito bom, li algumas coisas folhe-ei algumas postagens, gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns, e espero que continue se esforçando para sempre fazer o seu melhor, quando encontro bons blogs sempre fico mais um pouco meu nome é: António Batalha. Como sou um homem de Deus deixo-lhe a minha bênção. E que haja muita felicidade e saude em sua vida e em toda a sua casa.
PS. Se desejar seguir meu blog fique á vontade, eu vou retribuir.

Noemi disse...

Reciban muchas bendiciones desde mi blog www.creeenjesusyserassalvo.blogspot.com
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Rafa Marques disse...

mas vale lembrar que existem inúmeros relatos nos últimos 2500 anos sobre animais que consideramos pré-históricos, atualmente existem evidências que na África possa existir alguma espécie, vale lembrar que muitos locais da Terra ainda são desconhecidos, só nos oceanos temos por exemplo, 5% explorado, oq poderíamos encontrar nos outros 95%? Indico a leitura do Depois do Dilúvio da Sociedade Criacionista Brasileira.

Dr.Purushothaman disse...

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DanRodris disse...

Boa matéria.